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Existe uma forma adequada de se utilizar a linguagem?!

No decorrer dos anos a mídia (em alguns casos) se afasta completamente de do uso correto e coerente da linguagem para atingir de forma direta seu publico alvo. Isso tem causado grandes debates sobre o uso indevido da língua portuguesa e o seu desgaste.

Tomando como exemplo as peças de publicidade que encontramos nas ruas na forma impressa ou digital, vemos que o uso “indevido” pode se tratar de um vício ou uma técnica para alcançar um determinado publico. Com os vícios de linguagem, ditos populares ou gírias que são geradas no cotidiano social, a publicidade se adéqua de tais usos para tornar mais fácil a decodificação da mensagem e consecutivamente uma resposta rápida.

Daí surge à preocupação com a degradação da língua portuguesa. Grandes estudiosos alegam que o mau uso das mídias causam confusões e possíveis danos a pratica correta da língua falada e escrita.

Grandes exemplos são as peças publicitárias impressas encontradas nas ruas, as propagandas na Tv apresentadas por apresentadores que carregam um vocabulário cheio de gírias e vícios linguísticos, dando sua personificação a propaganda e atingindo o publico alvo de forma mais eficaz. Empresas de telemarketing que não possuem um treinamento adequado, tornando o seu atendimento monótono, mecânico e carregado de “gerundismo” e outros vícios.

Da mesma forma que adaptamos a linguagem usando vícios e outras técnicas que dão resultado, vemos que o bom uso da linguagem também é bastante requisitado. Com o advento da internet, a linguagem escrita torna-se fundamental para a boa imagem de uma empresa. A internet nunca esquece. Tudo o que é dito (escrito) on-line há de se perpetuar enquanto houver espaços de memória digital alimentados. Um bom uso da linguagem torna a empresa ou campanha dependendo do publico alvo mais receptível, mais séria, dando a empresa maiores valores, credibilidades e chances de adentrar no mercado ao se comunicar de forma coerente e coesa.

A meu ver, não há uma regra ou caminho exato para utilizar a linguagem. Tudo parte de um jogo de interesses, onde nos adaptamos ao ambiente e passamos a adotar o vocábulo local para podermos passar a mensagem e não haver ruídos na decodificação.

São vários os casos de adaptação do uso da linguagem para atingir um objetivo e também vários os debates sobre esse assunto. Mas o que não paramos para analisar é a educação fragilizada que existe nesse País, onde as metodologias e outras formas de ensino são massacrantes, o que torna o ensino obrigatório e não prazeroso, causando repúdio de muitos.

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